quinta-feira, 3 de abril de 2008

Também Aconteceu em 03 de Abril...

Em o3 de abril de 1942, nasceu João Jesus Velasco. João Velasco ficou órfão de mãe aos três anos de idade. Foi criado e educado por várias famílias e em antigos internatos, teve seu período de menino de rua até encontrar uma verdadeira família com doze anos de idade. Aos dezoito foi para o exército, onde saiu de lá com lauras de execelente soldado. Esteve na Campanha da Legalidade em 1961, era soldado do Exército. Como profissão escolheu a de torneiro mecânico e a de garçom. Trabalhando deu educação e sustento a sua família ao lado de sua esposa Luci. Ensinou princípios como a honestidade, o trabalho árduo e acima de tudo o amor pelos filhos. Errou também como qualquer outro ser humano, mas seus erros foram subtraídos pelos seus acertos. Demonstrou a todos que mesmo tendo uma vida difícil é possível espalhar no mundo a alegria e a solidariedade.
Era chamado de Seu João, Tio João, Pai e Vô João.

Faleceu em 02 de março de 2004. Tombou vítima de um enfarto em frente ao Hospital Del Mese, onde teve que contar com o apoio das várias pessoas que ali estavam para entrar no Hospital. Infelizmente o Del Mese se recusou a prestar os atendimentos. Entrou no Hospital sem vida.

Este homem foi meu pai.


Saudades.

2 comentários:

Giovana disse...

Ser filha de um homem como ele foi uma honra,continua sendo um previl�gio,pois sei que mesmo n�o estando perto ou nesse mundo conosco ,est� dentro do cora�o de cada um de n�s,especialmente no meu.
Aprendi muito com ele,principalmente lutar e saber que honestidade n�o vem de ber�o e sim da vontade de sempre acertar...
Te amo muito e onde o Sr estiver estar� sempre perto de n�s.
Um dia nos veremos novamente...
At�....

Bjs e saudades de sua filha Giovana velasco.

Orvandil M. Barbosa disse...

Fui pastor e amigo do João. Smpre o vi trabalhador e amigo de seus filhos. Era sarcástico, inteligente e bem homurado, principalmente na moita. Não era de contar piada em público, mas gostava de largar uma gozação para quem estava por perto.

Também sinto muito a falta dele. Nesse momento me sinto um pouco parecido com ele, longe de meus amados como ele esteve por algum tempo dos seus. Pena que quando regressou tombou vítima de um enfarto fulminante e de solidariedade negada por um hospital que tinha obrigação de socorrê-lo. Beijos e abraços carinhosos aos seus filhos e netos, meu amigos.
Pe. prof. Orvandil M. Brabosa.